"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Thursday, 13 December 2018

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Os prejuízos espirituais dos pecados veniais

correnteO pecado venial deliberado e que fica sem arrependimento dispõe-nos pouco a pouco a cometer o pecado mortal.
A santa Mãe Igreja ensina que “aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro”. (CIC, § 1488)

Sabemos que há pecados graves, que chamamos de “mortais”, porque matam a vida da graça em nossa alma, expulsam Deus do nosso coração, perde-se o “estado de graça”. É uma infração grave da lei de Deus; desvia o homem de Deus, que é seu fim último e sua bem-aventurança, preferindo um bem inferior. Fere principalmente os 10 Mandamentos, que são a base da Moral católica, conforme a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não fraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe” (Mc 10,19).

 
Santa Teresa de Jesus e a Eucaristia
eucaristia
 
INTRODUÇÃO
 
 
Em primeiro lugar, santa Teresa de Jesus não usa nunca o termo Eucaristia. Fala sempre do Santíssimo Sacramento. Há 60 referências em todos seus escritos. Com este termo significa-se:
 
1. A presença real de Jesus no Sacrário.
2. A presença especial de sua Humanidade. É a presença de Cristo, morto, ressuscitado e glorioso.
3. Esta presença é significativa de duas coisas:
 
A. Humildade desse Deus, Majestade infinita. Tudo isso como sinal, claro e evidente, do amor de Deus por sua criatura, débil e tão longe de saber retornar de sua parte esse amor que Deus merece, e tão soberba em tantas ocasiões.
B. Jesus companheiro em todas e cada uma das circunstâncias de nossa vida. Usa, também, o verbo comungar nos diversos tempos do mesmo, umas 103 vezes, e o substantivo Comunhão 8 vezes, e no plural (“Comunhões”) outras 5 vezes.
 
                                                         
 
 
O Reino dos Céus é dos violentos!

reino-dos-ceus-e-dos-violentosNão é possível trilhar o caminho da santidade sem tomar de assalto a vida espiritual. Hoje, porém, as pessoas não sabem mais como crescer espiritualmente. Tornam-se, então, como que "anões espirituais", na expressão do Padre Reginald Garrigou-Lagrange.

Por isto, Nosso Senhor recorda que "o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam" (Mt 11, 12). Essa "violência" de que fala o Evangelho é um ato de esperança. A Regra de São Bento, ao falar sobre os monges obedientes, ensina: "Apodera-se deles o desejo de caminhar para a vida eterna; por isso, lançam-se como que de assalto ao caminho estreito do qual diz o Senhor: 'Estreito é o caminho que conduz à vida'".

Antes, porém, de partir para a esperança, tudo começa pela virtude da fé. A pessoa inicia o seu caminho crendo, sobretudo, no amor de Deus por ela. Não se tratam de conceitos abstratos a serem aprendidos, mas, principalmente, de um acontecimento histórico, que é a encarnação, vida, paixão e morte do próprio Verbo divino. Ele, enquanto Deus, permanecia impassível, desde toda a eternidade, no Céu. Mas, para revelar a grandeza do Seu amor, fez-Se carne e sofreu pela humanidade.

 
O mundo precisa de homens e mulheres repletos do Espírito Santo

Papa19Perante milhares de fiéis reunidos na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco presidiu à santa Missa neste Domingo de Pentecostes. Na sua homilia, recordando as palavras do Senhor no Evangelho de hoje «Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós (...) Recebei o Espírito Santo», o Papa falou da efusão do Espírito, que já teve lugar na tarde da Ressurreição, mas que se repete, e com sinais extraordinários, no dia de Pentecostes. Como resultado, disse Francisco, os apóstolos receberam uma força tal que os impeliu a anunciar, nas diferentes línguas, o evento da Ressurreição de Cristo:

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas». Juntamente com eles, estava Maria, a Mãe de Jesus, primeira discípula, Mãe da Igreja nascente. Com a sua paz, com o seu sorriso e com a sua maternalidade, acompanhava a alegria da jovem Esposa, a Igreja de Jesus”.

 
Como vencer as batalhas contra nós mesmos?

vencer batalhasJesus disse que “a carne é fraca” (Mt 26,41); carne na Bíblia significa a nossa natureza humana, fraca, miserável, depois que o pecado entrou em nossa história. Todos nós experimentamos isso, até mesmo São Paulo se lamentava de não fazer o bem que queria e fazer o mal que detestava (cf Rom 7).

Mas o mesmo Jesus nos trouxe a salvação; agora, com Sua graça e Sua bênção, podemos vencer as nossas fraquezas. É uma luta sem tréguas, e que exige que nós busquemos, então, os auxílios deixados por Ele na Igreja: os sacramentos, a oração, a meditação de Sua Palavra e de bons livros; o propósito e o arrependimento cada vez que o pecado nos vencer, etc.

 
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