"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Monday, 19 November 2018

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De Pastor protestante a Católico: A eucaristia me converteu! PDF Imprimir E-mail
Índice do Artigo
De Pastor protestante a Católico: A eucaristia me converteu!
Um coração católico e uma cabeça protestante
Explorando a eucaristia
Onde pode ser encontrada uma Eucaristia Válida?
Ajuda ao longo do caminho
Do Sucesso ao Sofrimento
Problemas na Família
O último obstáculo? O papado
Uma volta pela a escuridão
Uma resposta à oração?
Que você está esperando?
Um dia Trinitário
Todas Páginas

Eucaristia01Assim que me ajoelhei na Catedral de São Pedro na Missa Diária, meu coração se esforçou para saber o que Deus queria que eu fizesse. O ano passado abriu meus olhos para a beleza da Missa e para a verdade da Fé Católica, mas eu não poderia me tornar católico. Como eu poderia desistir do que eu tinha trabalhado tão para realizar? Agora que eu fui bem sucedido no que eu sempre quis fazer, não seria tolice caminhar longe de tudo? O que aconteceria se minha esposa não fosse ou não pudesse me seguir em minha jornada espiritual? Deveria eu por meu casamento em risco ou por nossos filhos em confusão? Eu simplesmente não sabia o que fazer ou onde eu estava indo em minha vida.

Naquele dia a missa foi a mesma que eu tinha ido conhecer no ano passado. O que parecia esquisito e estranho era agora precioso e convidativo. Tão convidativo foi o que senti como se um imã gigante me puxasse para algo maior que eu mesmo. Quando chegamos ao Rito da Comunhão, o padre levantou a hóstia para todos verem e disse estas palavras: “Felizes os convidados para a Ceia do Senhor, eis o cordeiro de Deus que tira o todo pecado do mundo!”.

Como muitas vezes tinha visto esta hóstia antes! E como muitas vezes eu tinha acreditado naquelas palavras em minha alma! Mas hoje foi diferente. Assim que olhei para hóstia nas mãos do padre, as palavras brotaram da minha alma alcançando meus lábios. Com um pequeno sussurro eu disse a mim mesmo: “Eu realmente acredito nisso. Isto é realmente o Filho de Deus, o Cordeiro do sacrifício que levou os meus pecados.” Com um novo e profundo sentido eu disse com a congregação: “Senhor eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo.” Assim que deixei a igreja de São Pedro em Jackson, no Mississípi naquele dia, eu soube profundamente em meu coração que algum dia tinha me tornado católico.

Aquele dia foi um auge e um começo. Eu tinha estudado a Eucaristia intensamente por dois anos. Eu cheguei a acreditar que Cristo tinha intenção em suas palavras, “Isto é o Meu Corpo” ser levado a sério e sabia que a fé cristã não foi uma teoria acadêmica, isso deve ser seguido com todo o vigor.

Desde 1988 ensinava num seminário presbiteriano. Dez anos antes eu tinha sido ordenado ministro presbiteriano após completar o colégio e o seminário durante aqueles dez anos, minha esposa e eu fomos recipientes de três maravilhosos presentes: Rebekar, Colin e Rachel. Naqueles mesmos anos tinham-nos visto comovidos assim que me tornei pastor de duas igrejas, uma na Flórida e outra em Indiana. Meu maior trabalho mais intenso naquele período, porém obtive o grau do doutorado em linguística. Além de pós-graduado. Meu pastor de infância é quem foi meu reitor do seminário presbiteriano, chamou-me e perguntou se eu tinha algum interesse em ensinar linguagem bíblica e literatura em sua faculdade de teologia. Assim pegamos nossas coisas em agosto de 1988. Eu fiquei convencido de que eu estava a ponto de fazer o que eu sempre quis em toda a minha vida. Eu quis ensinar aos jovens e moças que estavam preparando para várias formas de ministérios na tradição presbiteriana. Se tornar católico era a coisa que estava mais longe da minha mente.

Eu nasci e criado em Tampa, Flórida, o terceiro de quatro filhos. Meus pais nos criaram na Igreja Presbiteriana e estive ativamente envolvido em nosso vibrante grupo de jovens durante a minha adolescência. No meu ultimo ano do colégio eu tive uma genuína experiência de conversão. Daquele tempo em diante eu estava determinado a me tornar ministro presbiteriano apesar de minha tendência intelectual sempre sugeriu um chamado acadêmico como teólogo. Eu assumi aquela minha inclinação próxima e o dom de aprender línguas foi uma confirmação clara daquele chamado desde que soube que teólogos tinham que ser familiarizado com linguagens antigas. Por dois anos eu frequentei o Convenant Colllege, uma experiência que aprofundou a minha vida espiritual consideravelmente. Eu fui cercado de cristãos devotos que conheciam bem a bíblia. Todos os meus professores me encorajaram  no meu movimento a respeito da teologia. Mais importantemente, eu conheci minha esposa de 28 anos no primeiro dia de nossa iniciação de calouros. Não levou muito tempo para eu me apaixonar por Sharon Canfield e sua família.

Após estarmos separados nos últimos dois anos de nossa carreira no colégio. Sharon e eu nos casamos em 21 de dezembro de 1974 na maior igreja presbiteriana da Flórida, com o mais alto coral da Igreja Presbiteriana. Durante os anos decorrentes, Sharon provaria ser tão bonita por dentro quanto ela foi por fora. Como todo casal nós tínhamos nossos momentos, mas sua fidelidade, sua personalidade calma, sua tendência amorosa provou ser a quieta origem da força que eu estava desesperadamente precisando tanto.

Assim que eu olho para trás no agora, ela foi de longe a melhor esposa para mim do que eu fui um marido para ela. Nas maneiras que eu não pude então articular. Eu estava provido com um exemplo de fidelidade que me ensinou quase imperceptivelmente como seguir a Cristo. Durante o tempo de meu ministério pastoral, Sharon me deu livremente de seu tempo e se esforçou em apoiar em seguir com meu trabalho. Muitas pessoas que teriam por outro lado perdido para minha influencia venceram pela sua gentileza e maneira de amar. E ela esteve feliz quando nos mudamos para Mississippi em 1988 porque ela sabia que ensinar em educação colegial era o que eu sempre quis fazer.