"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Wednesday, 12 December 2018

  • Slide image one
  • Slide image two
  • Slide image three
Doutrina
Significado e data da Páscoa cristã PDF Imprimir E-mail

cristaO que significa essa festa? E por que essa festa é celebrada cada ano em uma data diferente?

Estamos nos aproximando da festa da Páscoa e talvez muitos se perguntem: o que significa essa festa? E por que essa festa é celebrada cada ano em uma data diferente? Para respondê-las temos que fazer uma viagem no tempo. De fato, a origem dessa festa é muito antiga e foi se desenvolvendo e adquirindo significados cada vez mais ricos.

 No mundo mediterrâneo, muitos anos antes de Cristo, havia uma festa da passagem do inverno para a primavera, no mês de março. Geralmente esta festa era realizada na primeira lua cheia da “época das flores”.

Os judeus celebravam essa festa no seu início. Mas, por volta do ano 1250 a. C., a dita festa ganhou novo significado: começou a significar uma passagem (Passah): ou a passagem de Deus no Egito, ferindo os primogênitos e libertando o povo escravo do faraó; ou a passagem do povo da escravidão à liberdade, com a importante travessia do Mar Vermelho. A Páscoa se tornou então a festa central do povo de Israel.

 
O pecado traz a morte PDF Imprimir E-mail

pecadoraDeus se alegra quando lutamos contra o pecado

“Sendo seus colaboradores, exortamo-vos a não receberdes em vão a graça de Deus” (2Cor 6,1). A graça de Deus é o Seu auxílio a nossa alma. O que nossa alma seria incapaz de fazer sozinha, a graça faz. Ela potencializa a nossa natureza dando a capacidade de fazer o sobrenatural.

A graça de Deus vem em socorro de nossas fraquezas. Não podemos receber a graça de Deus no vazio, deixar-se perder. Na vida espiritual o Senhor dá a graça a todos, mas nem todos a aproveitam e cooperam com ela. Se você colocar a semente numa terra fofa, e cuidar dela, vai dar um pé maravilhoso, mas Deus não irá capinar aquela horta, Deus fará o que você não pode fazer, que é fazer germinar, mas se você guardar a semente e não colocá-la na terra, Ele não poderá fazê-la crescer. Deus não ajuda o preguiçoso, não ajuda aquele que não quer trabalhar, pois Ele sabe que não estamos nos valorizando.

 
José de Anchieta: Por qual milagre ele se tornou santo? PDF Imprimir E-mail

anchietaAo saberem da notícia da canonização do Padre José de Anchieta, muitas pessoas perguntaram logo: qual foi o milagre? Por qual milagre ele se tornou santo?

As perguntas não surgem sem motivo, pois a Igreja sempre tem falado que, para a beatificação, é preciso que haja um milagre, acontecido pela intercessão daquele que é beatificado; e, para a canonização, espera-se um novo milagre do bem-aventurado. Desta maneira, a Igreja entende que Deus, o único a realizar milagres, confirma a santidade daqueles que veneramos como “santo”.

A Igreja é muito criteriosa e até severa para dar reconhecimento a um suposto milagre. No caso de Anchieta, houve a confirmação de um milagre antes de sua beatificação. Para a sua proclamação como “santo”, foi dispensada a confirmação de um novo milagre. O Papa pode fazer isso, usando da autoridade que lhe é própria. É verdade que não faltaram testemunhos sobre sinais prodigiosos conseguidos através da intercessão de Anchieta; mas, de modo geral, tais supostos milagres são de difícil verificação, dada a escassez de documentação e de testemunhos.

 
Quem são os santos? PDF Imprimir E-mail

santosO que vem à nossa cabeça quando pensamos nos santos? Certamente, à mente de alguns vem a lembrança daquelas estátuas de pedra ou madeira nas igrejas, retratos de pessoas que estão muito longe no tempo e no espaço e que tiveram vidas tão extraordinárias que nos fazem sentir-nos completamente diferentes e distantes, incapazes de possuir qualquer “ligeira” semelhança.

Quando pensamos nos santos, às vezes os vemos como seres que caminharam neste mundo já totalmente restaurados à imagem e semelhança de Deus, como Adão e Eva antes do pecado original. Outras vezes, pensamos em pessoas tímidas, solitárias, que desprezaram esta vida a fim de pensar só na morte e no que vinha depois dela. Mas, ao contrário do que muitos pensam, os santos foram e são pessoas normais, que ao longo de suas vidas fizeram escolhas fundamentais, as quais os levaram a uma união cada vez maior com Deus.Quando as Sagradas Escrituras mostram os primeiros santos da Igreja primitiva, que são os Apóstolos, não o fazem de forma desencarnada, mas, ao contrário, mostram esses discípulos de Jesus como verdadeiros seres humanos, cheios de conflitos, medos e lutas interiores. Muitos deles cometeram pecados gravíssimos e, mesmo no seguimento de Jesus, ainda sofreram quedas enormes. Caminhavam e travavam duro combate para se verem livres da superficialidade de suas ambições mundanas que os levavam a ter horror ao sofrimento.

 
O inferno? Quase ninguém mais acredita nele! PDF Imprimir E-mail

inferno1

A razão por que muitos em nossos tempos não acreditam no inferno, é que nunca tiveram explicação exata do que ele significa: é frequente conceber-se o inferno como castigo que Deus inflige de maneira mais ou menos arbitrária, como se desejasse impor-se vingativamente como Soberano Senhor; o réprobo seria atormentado maldosamente por demônios de chifres horrendos, em meio a um incêndio de chamas, etc. — Não admira que muitos julguem tais concepções inventadas apenas para incutir medo ; não seriam compatíveis com a noção de um Deus Bom.

Na verdade, o inferno não é mais do que a consequência lógica de um ato que o homem realiza de maneira consciente e deliberada aqui na terra; é o indivíduo quem se coloca no inferno (este vem a ser primàriamente um estado de alma; vão seria preocupar-se com a sua topografia) ; não é Deus quem, por efeito de um decreto arbitrário, para lá manda a criatura, É o que passamos a ver.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próximo > Fim >>

Página 4 de 7