"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Tuesday, 16 October 2018

  • Slide image one
  • Slide image two
  • Slide image three
Doutrina
Liturgia das Horas PDF Imprimir E-mail

LH8A Igreja celebra a Liturgia das Horas no decorrer do dia, conforme antiga tradição, assim ela cumpre o mandato do Senhor de orar sem cessar, cantar os louvores a Deus Pai e interpela pela salvação do mundo. O Concílio Vaticano II valorizou o costume que a Igreja conservava, afim de que os padres e os outros membros da Igreja pudessem rezar melhor e mais perfeitamente, nas condições da vida de hoje (cf. constituição sobre a Sagrada Liturgia Sacrossanctum Concilium nº 84). O Papa Paulo VI aprovou através da constituição apostólica Laudis Canticum de 1º de novembro de 1970, em latim o livro para a celebração da Liturgia das Horas, conforme o rito romano agora o publica e o declara edição típica.

IMPORTÂNCIA DA LITURGIA DAS HORAS OU OFÍCIO DIVINO NA VIDA DA IGREJA

A oração pública e comunitária do povo de Deus é com razão considerada uma das principais funções da Igreja. Daí que, logo no princípio, os batizados «eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações» (At 2, 42). Da oração unânime da comunidade cristã nos dão repetidos testemunhos os Atos dos Apóstolos. Também os fiéis costumavam entregar-se à oração individual em determinadas horas do dia, provam-no igualmente os documentos da primitiva Igreja. Depois foi se introduzindo muito cedo, o costume de consagrar à oração comunitária alguns tempos especiais, por exemplo, a última hora do dia, ao entardecer, no momento em que se acendiam as luzes, e a primeira hora da manhã, quando, ao despontar o astro do dia, a noite chega ao seu termo.

 
A santidade é para todos PDF Imprimir E-mail

Tempo santidade01Quase no final do Ano da Fé, a celebração da solenidade litúrgica de Todos os Santos nos deu a ocasião para recordar um dos artigos finais da Profissão de Fé da Igreja: “creio na comunhão dos santos”. O Catecismo da Igreja Católica explica bem essa afirmação de nossa fé nos parágrafos 946 a 987.

A Igreja possui um “patrimônio comum”, do qual todos participamos: a santidade, dom do Espírito Santo dado aos discípulos de Cristo. Todos contribuímos para esse patrimônio com nossa vida santa e todos somos por ele também beneficiados. Na Igreja, ninguém é herói solitário: estamos em boa companhia!

Isso nos leva a ter uma atenção especial aos santos e santas, que são as testemunhas excelsas de Cristo; a Igreja, ao proclamar um santo, confirma que sua vida foi uma interpretação exemplar da vida cristã e um testemunho luminoso do Evangelho do reino de Deus no mundo. E como os dons de Deus são inumeráveis, há também numerosas formas de santidade e de vidas santas. Cada santo, a seu modo, é um exemplo de vida segundo o Evangelho e pode ser imitado pelos outros, sem medo de errar.

 
Sacramento da Penitência ou Reconciliação PDF Imprimir E-mail

Sacramento penitencia03Jesus começa o seu ministério público pelo mandamento: "Arrependei-vos, pois o Reino dos Céus está próximo" (Mt 4,17). Aos que se escandalizam por Ele andar com pecadores, responde: "Há mais alegria no céu por um só pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." (Lc 15,7).

"O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo, quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos." ( CIC, 1421)

"O sacramento da penitência pode ter outros nomes também, dentre eles: conversão, confissão, perdão e reconciliação. Pode ser denominado Sacramento da Confissão porque a declaração, a confissão dos pecados diante do sacerdote e um elemento essencial desse sacramento. Num sentido profundo esse sacramento é uma confissão, reconhecimento e louvor da santidade de Deus e de sua misericórdia para com o homem pecador." (CIC, 1424)

É natural que em nossa busca pela vivência da santidade venhamos nos deparar muitas vezes com nossas fraquezas e pecados. Devemos lutar contra o pecado, sabendo que “o pecado é, antes de mais, ofensa a Deus, ruptura da comunhão com Ele. Ao mesmo tempo, é um atentado contra a comunhão com a Igreja”.  (CIC, 1440)

 
Você sabe o que é pecado venial? E pecado mortal? PDF Imprimir E-mail

Pecado2Sabemos que ferimos o Coração de Deus com nossos pecados, rompemos a aliança com o Senhor. Mas o que é pecado?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica: “O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a reta consciência. É uma falha contra o verdadeiro amor para com Deus e para com o próximo, por causa dum apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana. Foi definido como “uma palavra, um ato ou um desejo contrários à Lei eterna” (CIC,1849)

Além do pecado original cometido por Adão e Eva, em cuja sombra nascemos, temos que enfrentar outro tipo de pecado: o que nós mesmos cometemos no dia a dia, que se chama atual. O pecado atual pode ser venial ou mortal.

Mesmo em matéria grave, o meu pecado pode ser venial se tiver havido ignorância ou falta de consentimento pleno. Deus perdoa prontamente os pecados veniais, mesmo que não se recorra ao sacramento da Reconciliação; um ato de contrição e o propósito de emenda bastam para o seu perdão. Cada pecado venial acarreta um castigo aqui ou no purgatório, diminuindo um pouco o amor a Deus em nosso coração e debilitando a nossa resistência às tentações. A soma de pecados veniais acaba por resultando num pecado mortal, porque o número não modifica a espécie do pecado, embora o acúmulo de muitos pecados veniais possa chegar a ser mortal, se vamos dizendo “sim” à tentação grande, quando esta se apresentar. Quem ama sinceramente a Deus tem o propósito habitual de evitar todo o pecado deliberadado, seja venial ou mortal.

 
Adoração Eucarística PDF Imprimir E-mail

JesusEucaristicoNa expressão “Adoração Eucarística”, a palavra “Adoração” é usada, de forma ampla, para significar qualquer espécie de oração, qualquer espécie de união com Deus. “Eucarística” significa rezando diretamente para Jesus presente na Eucaristia ou de forma centrada n’Ele. Adoração Eucarística, então, é qualquer oração endereçada a ou centrada em Jesus Cristo, presente na Eucaristia.

Quanto mais expostos a Jesus Sacramentado, mais teremos oportunidade de crescer espiritualmente e ter em nossas vidas o mesmo sentimento de Cristo, ou seja, “tendo um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos, nada fazendo por espírito de partido ou vanglória”. (cf. Flp 2,3-4).

Na adoração eucarística o homem reconhece a beleza do Senhor e tende a glorificá-lo, colocando-se de joelhos e em atitude de plena comunhão. Ali no altar reside Deus, o Santo dos Santos, que se fez carne para nutrir a alma e o coração da humanidade durante a sua peregrinação nesta terra, assim como o maná do céu nutriu o povo que caminhava no deserto. E é por isso que o Beato João Paulo II fez questão de enfatizar na sua Encíclica Ecclesia de Eucharistia que "a Igreja vive da Eucaristia". Sem uma, a outra não pode existir.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próximo > Fim >>

Página 6 de 7