"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Monday, 20 August 2018

  • Slide image one
  • Slide image two
  • Slide image three
Doutrina
As Virtudes PDF Imprimir E-mail

BatismoNascemos para cultivar e praticar as virtudes

A língua portuguesa tem origem no latim, que era a língua falada na região do Lácio que hoje é a Itália. Os romanos levaram sua língua para a região de Portugal, nascendo ali o português, que foi trazido para o Brasil pelos nossos colonizadores. Assim, a palavra latina "virtus" originou em português a palavra "virtude", que significa um conjunto de qualidades próprias do homem. O homem nasceu para fazer o bem. Do Gênesis, primeiro livro da Bíblia, e que fala do começo do mundo, extraímos a fala de Deus: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança". Somos imagem e semelhança do Todo-poderoso, portanto, nascemos para cuidar bem das coisas que Ele criou para nós e também para viver bem uns com os outros. Nascemos para cultivar e praticar a virtude, que é a boa vontade de sempre fazer o bem.

No Batismo, Deus infunde na alma, sem nenhum mérito nosso, as virtudes, que são disposições habituais e firmes para fazer o bem. As virtudes infusas são CARDEAIS e TEOLOGAIS. Nós cultivamos e usamos as virtudes cardeais para conviver bem com as outras pessoas, no meio da nossa família, na nossa comunidade e no mundo. Também devemos cultivar as virtudes teologais no nosso relacionamento com Deus. As teologais são três: fé, esperança e caridade.

As cardeais, que se chamam também virtudes humanas ou morais, são quatro: prudência, temperança, fortaleza, justiça.

Conta também o cristão com os dons do Espírito Santo, que facilitam o exercício mais perfeito das virtudes.

 
Leitura orante da Sagrada Escritura - “Lectio Divina” PDF Imprimir E-mail

lectio-divinaA Lectio Divina vem do latim e tem como significado, “leitura divina”, “leitura espiritual” ou ainda “leitura orante da Bíblia”, é um alimento necessário para a nossa vida espiritual. A partir desta oração, conscientes do plano de Deus e a sua vontade, pode-se produzir os frutos espirituais necessários para a salvação. A Lectio Divina é deixar-se envolver pelo plano da Salvação de Deus. Os princípios da Lectio Divina foram expressos por volta do ano 220 e praticados por monges católicos, especialmente as regras monásticas dos santos: Pacômio, Agostinho, Basílio e Bento. Santa Terezinha Do Menino Jesus dizia, em período de aridez espiritual, que quando os livros espirituais não lhe diziam mais nada, ela busca no Evangelho o alimento de sua alma.

O importante é rezar com a Palavra de Deus lembrando o que disseram os bispos no Concílio Vaticano II, relembrando a mais antiga tradição católica, que conhecer a Sagrada Escritura é conhecer o próprio Cristo. Monges diziam que a Lectio Divina é a escada espiritual dos monges, mas é também de todo o cristão. O Papa Emérito Bento XVI fez a seguinte observação num discurso de 2005: “Eu gostaria, em especial recordar e recomendar a antiga tradição da Lectio Divina, a leitura assídua da Sagrada Escritura, acompanhada da oração que traz um diálogo íntimo em que a leitura, se escuta Deus que fala e, rezando, responde-lhe com confiança a abertura do coração”

 
História do Concílio Vaticano II PDF Imprimir E-mail

Concilio Vaticano IIEm 25 de janeiro de 1959 o Papa João XXIII, depois de um pontifical solene na Basílica de São Paulo, anunciou aos Cardeais o projeto de realizar um novo Concílio.

A surpresa foi grande porque João XXIII tinha sido eleito Papa em 28 de outubro do ano anterior.

Mais tarde soube-se que já o seu predecessor, Pio XII, teve essa ideia e, em segredo, começou os trabalhos preparatórios. Mas depois pensou que o tempo ainda não estava maduro.

João XXIII começou os preparativos no mês de maio seguinte constituindo a Pontifícia Comissão Antepreparatória. Nomeou Mons. Pericle Felici secretário da mesma.

Em junho de 1960 com o Motu proprio Superno Dei  instituiu as 11 Comissões preparatórias: teologia, bispos e governo das dioceses, disciplina do clero e do povo cristão, religiosos, sacramentos, liturgia, seminários, igrejas orientais, missões, leigos.

Finalmente no dia 11 de outubro de 1962 foi aberto oficialmente o novo Concílio. O Papa escolheu esta data porque, então, nesse dia celebrava-se a festa de Maria, Teothokos, Mãe de Deus. De tal forma manifestou a intenção de colocar o desempenho do Concílio sob a proteção de Maria.

 
Novas Comunidades PDF Imprimir E-mail

Novas comunidadesNo decurso dos séculos, o Espírito sempre suscitou na Igreja novas realidades que servem como uma resposta aos desafios da Igreja no seu tempo. Podemos ver isso desde o surgimento das comunidades cristãs já relatadas no Livro dos Atos dos Apóstolos, mas também no monarquismo nos séculos III e IV, bem como no movimento mendicante no século XIII, nas congregações missionárias nos séculos XV e XVI, nas congregações voltadas para a caridade nos séculos XVII e XVIII e nos institutos seculares nos século XIX e XX.  Na modernidade, os ares do Concílio Vaticano II (1962-1965) favoreceram o surgimento de “novas formas de vida evangélica”, dentre elas, os Movimentos Eclesiais e as Comunidades Novas ou podemos chamar de Novas Comunidades.

As Novas Comunidades começaram a surgir na década de 1970 na França e nos EUA, tornando-se um fenômeno mundial. No Brasil, as primeiras Comunidades Novas surgem na década de 80 e, na década de 90, vê-se o surgimento de inúmeras Novas Comunidades que hoje no Brasil superam o número de 500. (Exceção se faz à Comunidade Canção Nova, que começou em 1978)

 
Nossa Senhora das Dores, nossa devoção! PDF Imprimir E-mail

NSraDoresA nossa busca pela vivência da santidade passa por Maria. "Desde que Maria formou o Chefe dos predestinados, que é Jesus Cristo, a Ela também compete formar os membros desse chefe, que são os verdadeiros cristãos; pois uma mãe não forma a cabeça sem os membros, nem os membros sem a cabeça. Quem quiser, pois, ser membro de Jesus Cristo, cheio de graça e de verdade, deve ser formado em Maria por meio da graça de Jesus Cristo, que nela reside em toda a plenitude, para ser plenamente comunicada aos verdadeiros membros de Jesus Cristo e aos seus verdadeiros filhos."(S. Luis G. Montfort)

Todo membro consagrado Kénosis deve viver uma profunda relação filial com Maria, a Mãe do Senhor. A fim de que essa relação filial com a Virgem Santíssima seja fecunda e colabore com a vivência do carisma Kénosis, a comunidade convida cada Discípulo Missionário Kénosis a se consagrar à Virgem Santíssima, sob o titulo de Nossa Senhora das Dores. Somos chamados a meditar, sempre que possível, nas sete dores de Maria. O mistério da contemplação de suas Dores devem nos levar a associar-nos à paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, aquele que "esvaziou-se a si mesmo" (Flp 2,7) a fim de nos curar de totas as raízes do pecado.

A celebração da Coroa e da Missa em honra de Nossa Senhora das Dores, cuja festa celebra-se em toda a Igreja em 15 de setembro, começou na Itália em 1617, por iniciativa da Ordem dos Servos de Maria.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próximo > Fim >>

Página 7 de 7