"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Monday, 15 October 2018

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Doutrina
Sete sacramentos, por quê? PDF Imprimir E-mail

sacramentosSe cada sacramento dá (ou aumenta) a graça santificante à alma, por que Jesus instituiu sete? Não teria bastado instituir um só, que receberíamos conforme necessitássemos?
Assim seria se a graça santificante fosse a única espécie de graça de Deus tivesse querido dar-nos, e se a vida espiritual que a graça santificante institui fosse a única ajuda que Deus tivesse querido dar-nos. Mas Deus, de quem procede toda a paternidade, não determinou prover-nos de vida espiritual e depois deixar-nos entregues à nossa sorte. Os pais não dizem ao filho recém-nascido: “Nós demos a vida a você, mas não haverá alimento quando você tiver fome, nem remédios quando adoecer, nem o apoio de um braço quando se sentir fraco. Portanto, arranje-se e viva como puder”.
Deus dá-nos a vida espiritual, que é a graça santificante; e, depois, provê-nos de tudo aquilo de que necessitamos para que essa vida seja atuante em nós – sem nos privar da nossa liberdade -, para que cresça e se conserve. Em consequência, além da graça santificante, que é comum a todos os sacramentos, há outras ajudas especiais que Deus nos dá, ajudas adequadas às nossas necessidades particulares ou ao nosso estado de vida. A ajuda especial que, neste sentido, cada sacramento dá, chama-se a graça sacramental de cada um dos sete sacramentos.
Seria muito interessante fazer agora uma pausa e perguntar-nos: “Se Deus tivesse deixado ao meu critério a decisão sobre o número dos sacramentos que deveria haver quantos teria eu estabelecido?” Poderíamos ter decidido que fossem três, ou cinco, ou dez, ou qualquer outro número; mas, se estudássemos as nossas necessidades espirituais à luz das necessidades naturais, é muito provável que também chegássemos à mesma conclusão que Deus, acabando por decidir que os sacramentos teriam que ser sete.

 
Advento: Preparação para a Festa do Natal de Jesus PDF Imprimir E-mail

advento02O Tempo do Advento é um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte. Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém.

Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim… Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

 
A Igreja Triunfante PDF Imprimir E-mail

Santos01Neste sábado, 1º de novembro, a Igreja em todo o mundo, celebra a Solenidade de Todos os Santos, um dia santo de guarda, que festeja aqueles que conseguiram alcançar a salvação e já estão junto de Deus, desfrutando da felicidade perfeita. A solenidade antecede o Dia de Finados, 2 de novembro, data que recorda aqueles que já estão salvos, mas que ainda precisam ser purificados.

Assim como revela o Evangelho (Mt 5,1-12), os santos são felizes, são bem-aventurados, porque exercem a liberdade para escolher a Deus em primeiro lugar. A Igreja ensina que a santidade é um caminho para a felicidade, da mesma forma que estar no pecado é abraçar um caminho que destrói e torna a pessoa infeliz.

 
Qual é a vocação da Igreja? PDF Imprimir E-mail

vaticano vocacaoA missão da Igreja é evangelizar; a sua vocação é a santidade. Sem a santidade a Igreja não cumpre a missão missionária. Quem foram os maiores evangelizadores em todos os tempos? Os santos. Santa Teresa, Santa Terezinha, São João Maria Vianney, São Francisco, São João Bosco, Santo Inácio de Loyola, São Luiz de Montfort… Nada supre a santidade, nem o microfone, nem a internet, nem a rádio e nem a TV. Os meios de comunicação não bastam; atrás é preciso da santidade.

Certa vez o Papa João Paulo II disse que: “A santidade é a força mais poderosa para levar o Cristo, aos corações dos homens” (L´Osservatore Romano Nº 24, 14/06/92, pg 22 [ 338]). Os santos arrastaram multidões para Deus pela força imensa da sua santidade. Em outra ocasião o Papa disse: “Ser santo, ser apóstolo, ser evangelizador: eis, caros fiéis, seja este também o vosso constante desejo e a vossa aspiração… Desde as suas origens apostólicas a Igreja escreveu e continua a escrever uma história de santidade… Aqueles que seguem fielmente a chamada à santidade, escrevem a história da Igreja na sua dimensão mais essencial, isto é, aquela da intimidade com Deus” (LR Nº 8, 24/2/96, pg 10 [903]).

 
Quais os documentos que o Papa usa e qual a diferença entre eles? PDF Imprimir E-mail

doc papaOs documentos pontifícios são designados por diversos nomes: Bula (o mais importante de todos os títulos), Breve (Bula menos longa), Rescrito (resposta a uma pergunta ou solicitação), Motu Próprio (Carta de iniciativa do próprio Papa), Encíclica (Carta Circular que orienta os fiéis). As definições sobre fé e à Moral (dogmas)são geralmente publicadas sob forma de Bula. Transcrevemos aqui parte do que ensina D. Estevão Bettencourt em um artigo da Revista “Pergunte e Responderemos” (Nº 483 – Ano : 2002 – pág. 344)
Qual a autoridade dos documentos pontifícios? Os pronunciamentos do Papa, quando exerce o seu magistério, exigem respeito e acatamento. Todos eles são importantes, mas uma Bula tem mais peso do que uma Encíclica. No entanto, para o mesmo efeito pode o Papa usar documentos diferentes; assim Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição mediante a Bulla Ineffabilis Deus em 1854, ao passo que Pio XII definiu a Assunção de Maria mediante a Carta Apostólica Munificentissimus Deus em 1950;

 
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