"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Sunday, 09 December 2018

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Santa Sé
Texto da Introdução da Exortação Apostólica "Evangelii Gaudium" PDF Imprimir E-mail

PapaEXORTAÇÃO APOSTÓLICA
EVANGELII GAUDIUM

DE PAPA FRANCISCO

AO EPISCOPADO, AO CLERO, ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E AOS FIÉIS LEIGOS
SOBRE O ANÚNCIO DO EVANGELHO NO MUNDO ATUAL.

Evangelii Gaudium


1. A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.

 
Papa Francisco: "No Templo se adora o Senhor" PDF Imprimir E-mail

Papa07Durante a homilia em Santa Marta o Papa Francisco exorta a prestar atenção no encontro com Deus, antes mesmo que nos ritos.

Roma, 22 de Novembro de 2013 - O templo é primeiramente um lugar de oração, de louvor e de adoração ao Senhor. O ritual, os cantos, a liturgia são igualmente importantes mas passam a um segundo plano, com relação ao elemento da relação íntima entre o fiel e Deus presente na Eucaristia. Foi o que disse o Papa Francisco durante a homilia da missa nessa manhã, celebrada na capela da residência Santa Marta.

De acordo com o referido pela Rádio Vaticano, seguindo a Primeira Leitura de hoje (Mac 4,36-37.52-59 ), o Papa disse: "O Templo é o lugar onde a comunidade vai rezar, louvar o Senhor, dar graças, mas especialmente adorar: no Templo se adora o Senhor”.

 
Sacramentos, carismas e caridade são os bens espirituais da comunhão dos santos PDF Imprimir E-mail

Papa06Roma, 06 de Novembro de 2013 – Depois de uma semana, o papa Francisco voltou a dedicar a catequese da Audiência Geral à realidade da comunhão dos santos, focando dessa vez nas “coisas santas” e nos “bens espirituais”. A referência do Papa foi em primeiro lugar aos “sacramentos”, aos “carismas” e à “caridade”.

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Quarta-feira passada falei da comunhão dos santos, entendida como comunhão entre as pessoas santas, isso é, entre nós crentes. Hoje gostaria de aprofundar outro aspecto desta realidade: vocês se lembram de que eram dois aspectos: um a comunhão, a unidade entre nós, e o outro aspecto a comunhão nas coisas santas, nos bens espirituais. Os dois aspectos estão intimamente ligados entre si, de fato, a comunhão entre os cristãos cresce mediante a participação nos bens espirituais. Em particular, consideremos: os Sacramentos, os carismas e a caridade (cfr Catecismo da Igreja Católica nn 949-953). Nós crescemos em unidade, em comunhão, com: os Sacramentos, os carismas que cada um tem do Espírito Santo e com a caridade.

Antes de tudo, a comunhão aos sacramentos. Os sacramentos exprimem e realizam uma efetiva e profunda comunhão entre nós, porque neles encontramos Cristo Salvador e, através Dele, os nossos irmãos na fé. Os sacramentos não são aparência, não são ritos, mas são a força de Cristo; é Jesus Cristo presente nos sacramentos. Quando celebramos a Eucaristia é Jesus vivo, que nos une, que nos faz comunidade, que nos faz adorar o Pai. Cada um de nós, de fato, mediante o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia foi incorporado a Cristo e unido a toda a comunidade dos crentes. Portanto, se por um lado é a Igreja que “faz” os sacramentos, por outro são os sacramentos que “fazem” a Igreja, edificam-na, gerando novos filhos, agregando-os ao povo santo de Deus, consolidando a sua pertença.

 
Os santos não são "super-homens" e ser santo não é "privilégio de poucos" PDF Imprimir E-mail

Papa05Papa Francisco lembra que o objetivo da nossa vida não é morte mas o Paraíso.

Roma, 01 de novembro de 2013 - A festa de Todos os Santos nos lembra que o objetivo da nossa existência não é a morte, é o Paraíso! Isto foi escrito pelo apóstolo João: "O que seremos ainda não se manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é” (1 Jo 3, 2). Os santos, os amigos de Deus, nos garantem que esta promessa não decepciona. Em sua existência terrena, de fato, viveram em profunda comunhão com Deus. No rosto dos irmãos menores e desprezados viram o rosto de Deus, e agora o contemplam face a face na sua beleza gloriosa.

Os santos não são super-homens, nem nasceram perfeitos. São como nós, como cada um de nós, são pessoas que antes de chegar à glória viveram uma vida normal, com alegrias e tristezas, lutas e esperanças. Mas o que foi que mudou as suas vidas? Quando conheceram o amor de Deus, seguiram-no com todo o coração, sem condições e hipocrisias; consumiram as suas vidas no serviço dos outros, suportaram sofrimentos e adversidades sem odiar e respondendo o mal com o bem, difundindo alegria e paz. Esta é a vida dos Santos: pessoas que por amor a Deus  não lhe colocaram restrições nas próprias vidas; não foram hipócritas; gastaram as suas vidas no serviço dos outros para servir o próximo; sofreram muitas dificuldades, mas sem odiar. Os Santos nunca odiaram. Compreendam bem isso: o amor é de Deus, mas o ódio vem de quem? O ódio não vem de Deus, mas do diabo! E os santos se afastaram do diabo; Os Santos são homens e mulheres que têm a alegria no coração e a transmitem aos outros. Nunca odiar, mas servir os outros, os mais necessitados; orar e viver na alegria; esse é o caminho da santidade!

 
Na catequese, Papa Francisco fala aos fiéis sobre a comunhão dos santos PDF Imprimir E-mail

Papa01ROMA, 30 de Outubro de 2013 - Na catequese desta quarta-feira o Papa Francisco falou sobre a comunhão dos santos. Ele destacou que esta realidade da fé recorda que o homem não está só, mas existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo.O Papa dirigiu as seguintes palavras para os fiéis presentes na Praça de São Pedro.

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje gostaria de falar de uma realidade muito bela da nossa fé, ou seja, da “comunhão dos santos”. O Catecismo da Igreja Católica nos recorda que com esta expressão se entendem duas realidades: a comunhão nas coisas santas e a comunhão entre as pessoas santas (n. 948). Concentro-me no segundo significado: trata-se de uma verdade entre as mais consoladoras da nossa fé, pois nos recorda que não estamos sozinhos, mas existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo. Uma comunhão que nasce da fé; de fato, o termo “santos” refere-se àqueles que acreditam no Senhor Jesus e estão incorporados a Ele na Igreja mediante o Batismo. Por isto, os primeiros cristãos eram chamados também “os santos” (cfr At 9,13.32.41; Rm 8,27; 1 Cor 6,1).

 
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