"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Monday, 20 August 2018

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PARTILHAS RÁPIDAS

PARTILHAS RÁPIDAS

A seção "Partilhas Rápidas" foi criada para que aconteça uma interação entre os leitores de nosso site e os membros da Comunidade Kénosis. Periodicamente, algum membro fará uma partilha rápida sobre assuntos diversos e você poderá participar fazendo o seu comentário, que aparecerá logo abaixo do texto, após prévia aprovação.

Participe conosco!



A KÉNOSIS NA VIDA DE SÃO JOSÉ PDF Imprimir E-mail


Neste dia em que toda a Santa Igreja celebra a solenidade de seu Glorioso patrono, São José, que nós possamos nos aproximar como discípulos desse mestre de vida interior para juntos refletirmos sobre sua vida vazia de si e tão plena de Deus. Por meio de uma vida de oração, alcançaremos a transformação do nosso ser e consequentemente do nosso agir. Podemos, para isso, dar alguns passos determinados no caminho de santidade, como nos aconselha Santa Teresa D`Ávila, ao falar de São José: “quem não encontrar mestre que lhe ensine oração, tome a este glorioso Santo por mestre e não errará no caminho”. O evangelho não evidencia muitos detalhes sobre São José, mas podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que teve prontidão, pois sendo um homem de oração, soube distinguir a voz de Deus por meio do anjo que lhe desperta para a maior missão já dada a um homem sobre a terra: ser o custódio do filho unigênito de Deus.

Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa. E, sem que ele a tivesse conhecido, ela deu à luz o seu filho, que recebeu o nome de Jesus. (Mt 1, 24-25)

 
Educação dos filhos PDF Imprimir E-mail
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Aos cônjuges casados na Igreja Católica, no rito do matrimônio, uma das perguntas que o padre ou o ministro faz aos noivos, é se “aceitam os filhos que Deus conceder e se prometem educar na fé católica que professam. Precisamos estar cientes de que, a nossa santificação e, consequentemente, a nossa salvação, se dá a partir do nosso sim perante o sacerdote, no sacramento do matrimônio e do cumprimento desta resposta em nossas vidas no dia a dia.  O Catecismo da Igreja Católica (CIC),  no parágrafo 1653, nos ensina que:

A fecundidade do amor conjugal se estende aos frutos da vida moral, espiritual e sobrenatural que os pais transmitem a seus filhos pela educação. Os pais são os principais e primeiros educadores de seus filhos. Neste sentido, a tarefa fundamental do Matrimônio e da família é estar a serviço da vida.

 
O amor fecundo PDF Imprimir E-mail
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Certa ocasião, Jesus disse aos discípulos: “Pelos seus frutos os conhecereis. (...) Toda árvore boa dá bons frutos e toda árvore má dá maus frutos. (...) Pois uma árvore é conhecida pelo seu fruto.” ( Mt 7,16-20)

A partir desse ensinamento de Jesus, trataremos hoje do Amor Fecundo na Família. Para que essa fecundidade seja alcançada é preciso que haja antes a fertilidade, pois estes dois conceitos estão interligados. Veja:

  • Fecundidade: que pode gerar, reproduzir-se, fértil; que dá muitos resultados.
  • Fértil: que possui alta capacidade produtiva; produz muito.
 
O Perdão na Família PDF Imprimir E-mail
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Nossa família é um tesouro precioso que não nos pertence, um tesouro de Deus que por bondade e misericórdia foi a nós confiado. Deus é tão bom e confia tanto em cada um de nós que nos deu, depois Dele, aquilo que é mais precioso sobre a face da terra: a Família, e assim, Ele confiou também a nós, zelar por ela.

Infelizmente, por conta do pecado, o homem perdeu a comunhão com Deus, a comunhão consigo e consequentemente a comunhão com o outro. O convívio ficou insuportável e, por vezes, a melhor e mais fácil opção é a fuga. O homem se tornou um fugitivo, pois foge de sua vocação, de sua felicidade e plenitude, da família e daqueles que o amam.

 
Família e Santidade PDF Imprimir E-mail
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Matrimônio, bodas, núpcias, esposo, esposa, pais, filhos, irmãos, primos, casa, etc. São inúmeras as palavras citadas na Bíblia que fazem referência direta à família. De fato, como nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, a “Sagrada Escritura abre-se com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus[1] e se fecha com as núpcias do Cordeiro[2]” (CIC 1602).

Fruto de um profundo amor e destinado a amar profundamente, o homem é chamado por Deus, que é Amor, a viver plenamente, ou seja, sem reservas, egoísmo ou mesquinhez. Pois Ele não desejou que o homem estivesse só[3], mas que deixasse seu pai e sua mãe para unir-se à mulher, formando com ela uma só carne[4], e isso é motivo de festa. Aliás, foi em uma dessas festas, em Caná, que Jesus realizou seu primeiro milagre, convertendo água em vinho, tristeza e medo em alegria e esperança. A Igreja vê nesse acontecimento bíblico “a confirmação de que o casamento é uma realidade boa e o anúncio de que, daí em diante, o casamento será um sinal eficaz da presença de Cristo.” (CIC 1613).

 
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