"Esvaziou-se a si mesmo..." (Flp 2,7)

Wednesday, 24 October 2018

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PARTILHAS RÁPIDAS

PARTILHAS RÁPIDAS

A seção "Partilhas Rápidas" foi criada para que aconteça uma interação entre os leitores de nosso site e os membros da Comunidade Kénosis. Periodicamente, algum membro fará uma partilha rápida sobre assuntos diversos e você poderá participar fazendo o seu comentário, que aparecerá logo abaixo do texto, após prévia aprovação.

Participe conosco!



A paciência PDF Imprimir E-mail


O mundo de hoje incita em nossa alma uma rapidez que nos faz escravos do tempo, de nós mesmos e dos outros. Tudo precisa ser feito rapidamente: não há tempo para esperar; a ansiedade e o estresse parecem naturais e normais. A Palavra de Deus, por dezenas de vezes, nos exorta, motiva e ensina a ter paciência diante da vida, dos fatos, das pessoas... (Rom 12,12; Gal 5,22; Sl 37,7-9)

 
A virtude da Paz PDF Imprimir E-mail


Dentro de nós existe um campo de batalha onde está o pecado original. A paz no mundo (fora de nós) só se dará quando a paz dentro de cada um for restituída com Deus, onde se encontram as raízes de todo ser humano.

Esta reflexão, nos leva a perceber que para chegar à paz, é necessária uma batalha contra o mal que se encontra dentro e fora de nosso interior. Jesus nos exorta: “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada.” (Mt 10,34).

 
A alegria como fruto do Espírito Santo PDF Imprimir E-mail
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A Palavra de Deus nos ensina, por meio de vários personagens, como manifestarmos alegria em todas as circunstâncias. São muitas as passagens da Sagrada Escritura que nos revelam o testemunho daqueles que de maneira profunda experimentaram em suas vidas o fruto da alegria: “Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. [...]. Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio”. (Lc 1,41. 44)

Podemos citar o exemplo de Maria ao compor o Magnificat. Nesse grande cântico de alegria, Nossa Senhora nos ensina que, estando cheios do Espírito Santo, a nossa alma também glorificará ao Senhor: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu salvador...” (Lc 1,47). Sendo, portanto, portadores da alegria, frutificá-la-emos na vida dos nossos irmãos. É por este poder do Espírito que os filhos de Deus podem dar frutos. “Aquele que nos enxertou na verdadeira vida nos fará produzir Seus frutos”. CIC §736. Ou ainda: “Alegrai-vos, sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!” (Fl 4,4).

 
Caridade como fruto do Espírito Santo PDF Imprimir E-mail

A Excelência da Caridade (1 Cor 13,3-13)

São Paulo nos ensina que a Caridade é a base do nosso ser e do nosso agir.  Quando diz ainda que mesmo se fôssemos desapegados de todos os nossos bens e os distribuíssemos a favor do sustento dos pobres, se não tiver a caridade de nada adiantaria.

E, continua, ainda que entregássemos nosso corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria; ainda que submetêssemos nosso corpo a duras penas e sofrimentos, se não tiver caridade de nada adiantaria. E completa: a caridade é paciente, a caridade é bondosa, não tem inveja. A caridade não é orgulhosa, não é arrogante nem escandalosa, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

 
Os frutos do Espírito PDF Imprimir E-mail
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Em sua carta aos gálatas, São Paulo nos ensina que os desejos da carne e do Espírito são contrários uns aos outros (Cf. Gl 5,17) e acrescenta:

Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus! (Gl 5,19-21)

De forma categórica, São Paulo nos mostra que os frutos da submissão aos apetites da carne se opõem à solidificação de uma vida virtuosa, pautada num reto proceder e na constante busca da santidade. Como resultado, o homem se distancia de Deus e do Seu plano de salvação, perdendo sua liberdade, pois “é para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou” (Cf Gl 5,1). Em outras palavras, sem controle de seus desejos, o homem se torna escravo de seus instintos e das mais baixas aspirações.

 
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